Enquanto isso, em San Francisco, Phyllis Lyon e Del Martin, que estão juntas há 50 anos, vão ser o primeiro casal do mesmo sexo oficialmente casado pela prefeitura, dia 16 de junho. A cerimônia será realizada pelo próprio prefeito, Gavin Newsom. As duas serão as únicas a se casar nesse dia. Segundo Newsom, a decisão da prefeitura é uma homenagem à história de Phyllis e Del, que celebraram sua união em 2004, na cerimônia coletiva que reuniu milhares de gays e lésbicas nas escadarias da prefeitura. No dia seguinte, serão realizados 128 casamentos.
Ao lado, a foto das fofas (Phyllis à esq.), que merecem todas as homenagens do mundo - afinal, hoje em dia nem casal hétero se suporta por mais de 5 anos, que dirá 50. Parabéns também pela vitória do competente e ativo movimento GLBT americano. Ops, LGBT.
Fonte: San Fracisco Chronicle
E por falar em ilha, uma das mais famosas da Grécia, a Ilha de Lesbos, virou centro de uma polêmica nessa semana. Três moradores entraram com um processo contra a Comunidade Grega de Gays e Lésbicas para que a associação pare de usar o termo “lésbica”, que é como são chamadas as mulheres que nascem ali - e não são necessariamente homossexuais. Um dos três moradores que moveram a ação disse que sua irmã, por exemplo, não pode dizer que é lésbica. “É um insulto à nossa identidade. Nossa designação geográfica foi usurpada por certas senhoritas que não têm nada a ver com a ilha de Lesbos”, disse o irritado Dimitris Lambrou, também lésbico. Ele afirmou que não tem nada contra as mulheres gays, que formam um grande contingente de turistas na ilha. “Elas podem vir aqui e até se casar, mas não devem usar esse termo. Nós somos lésbicos há milhares de anos”.
Bem, se essa coisa pegar, como vamos referir à s lésbicas (a sexualidade, não o gentÃlico)? Nunca sei se estou sendo politicamente correto ou não. Sapa tá valendo ou é ofensivo? E bolacha?Alguma sugestão?
Via Yahoo News